quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Capoeira, melodia rica de ginga
Da arte de Mestre Bimba
Humilde herói de ouro
Que a transformou em história
Sua cultura e alegria,
Mestre altaneiro da Bahia
Ao som do berimbal que se reverencia,
Capacitando na igualdade das cores
Numa só linguagem
Uma só família...
A verdadeira linguagem
De bela sinfonia!...
Ousado guerreiro e educador
Instrutor e referencial de honra e beneficencia,
Povo que se cria
Na beleza da identidade
Que enobrece a criatura
E transforma o presente no futuro
Num horizonte de brilho e verdade.
fonte
Da arte de Mestre Bimba
Humilde herói de ouro
Que a transformou em história
Sua cultura e alegria,
Mestre altaneiro da Bahia
Ao som do berimbal que se reverencia,
Capacitando na igualdade das cores
Numa só linguagem
Uma só família...
A verdadeira linguagem
De bela sinfonia!...
Ousado guerreiro e educador
Instrutor e referencial de honra e beneficencia,
Povo que se cria
Na beleza da identidade
Que enobrece a criatura
E transforma o presente no futuro
Num horizonte de brilho e verdade.
fonte
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Repúdio aos Comentários do sr. Luis Carlos Prates sobre a Capoeira no "SBT Meio Dia" de 04/04/2012
CAPOEIRA NO BRASIL E NO MUNDO,
FORA ALIENADOS SEM CULTURA
SITE ABAIXO O DIRECIONA AO LINK DO
ABAIXO- ASSINADO
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2012N23147
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
1ª Roda no mes de Março
Bom dia galera!!!
Não se esqueçam que hoje e dia de roda no centro de Ribeirão das Neves na praça, as 19:30
Seu axé e muito importante para nós. :-)
Não se esqueçam que hoje e dia de roda no centro de Ribeirão das Neves na praça, as 19:30
Seu axé e muito importante para nós. :-)
sábado, 10 de dezembro de 2011
Morreu, às 14 horas desta sexta-feira (9), no Hospital Teresa de Lisieux, em Salvador, Bahia, o grande mestre de Capoeira Angola, João Pequeno, discípulo de Pastinha, o eterno Mestre Pastinha.
Mestre João Pequeno completaria no próximo dia 27, 94 anos de vida, uma vida de labutas, lutas, conquistas e arte. Arte que herdou dos ancestrais africanos e do seu grande mestre, o Pastinha, de quem recebeu o encargo de levar adiante, em sua Academia, os ensinamentos da Capoeira Angola.
A morte de Mestre João Pequeno é uma perda irreparável para a Capoeira na Bahia e no Brasil. Era ele o maior diplomata desta arte. Ganhou fama e notoriedade com seu talento e capacidade para transmitir os fundamentos dessa arte, síntese de luta e dança. Viveu toda a sua vida na Bahia, como seu antecessor, o Mestre Pastinha, morto há 30 anos.
Em 27 de dezembro 1917 nasceu em Araci no interior da BahiaJoão Pereira do Santos, filho de Maria Clemença de Jesus, ceramista e descendente de índio e de Maximiliano Pereira dos Santos cuja profissão era vaqueiro na Fazenda Vargem do Canto na Região de Queimadas. Aos quinze anos (em 1933) fugiu da seca a pé, indo até Alagoinhas seguindo depois para Mata de São João onde permaneceu dez anos e trabalhou na plantação de cana de açúcar como chamador de boi, então conheceu Juvêncio na Fazenda são Pedro, que era ferreiro e capoeirista, foi aí que conheceu a capoeira.
Aos 25 anos, mudou-se para Salvador, onde trabalhou como condutor (cobrador) de bondes e na construção civil
como servente de pedreiro, pedreiro, chegando a ser mestre de obras. Foi na construção civil que conheceu Cândido que lhe apresentou o mestre Barbosa que era um carregador do largo dois de julho, Barbosa dava os treinos, juntava um grupo de amigos e nos finais de semana ia nas rodas de Cobrinha Verdeno Chame-chame.
como servente de pedreiro, pedreiro, chegando a ser mestre de obras. Foi na construção civil que conheceu Cândido que lhe apresentou o mestre Barbosa que era um carregador do largo dois de julho, Barbosa dava os treinos, juntava um grupo de amigos e nos finais de semana ia nas rodas de Cobrinha Verdeno Chame-chame.
Inscreveu-se no Centro Esportivo de Capoeira Angola, que era uma congregação de capoeiristas coordenada pelo Mestre Pastinha.
Desde então, João Pereira passou a acompanhar o mestre Pastinha que logo ofereceu-lhe o cargo de treinel, isso foi por media de 1945, algum tempo depois João Pereira tornou-se então João Pequeno.
No final da década de sessenta quando Pastinha não podia mais ensinar passou a capoeira para João pequeno dizendo: “João, você toma conta disto, porque eu vou morrer mas morro somente o corpo, e em
espírito eu vivo, enquanto houver Capoeira o meu nome não desaparecerá”.
espírito eu vivo, enquanto houver Capoeira o meu nome não desaparecerá”.
Na academia do Mestre Pastinha, João Pequeno ensinou capoeira a todos os outros grandes capoeiristas que dali se originaram e mais tarde tornaram-se grandes Mestres, entre eles João Grande, que tornou-se seu Grande parceiro de jogo, Morais e Curió.
Foi aconselhado pelo Mestre Pastinha a trabalhar menos e dedicar-se mais a capoeira. Embora pensasse que não passaria dos 50 anos percebeu que viveria bem mais ao completar tal idade.
Tendo que enfrentar a dureza da cidade grande João Pequeno também foi feirante, e carvoeiro chegou a ser conhecido como João do carvão, residiu no Garcia, e num barraco próximo ao Dique do Tororó.
Sua primeira esposa faleceu, mas, um tempo depois conheceu Dona Mãezinha no Pelourinho, nos tempos de ouro da academia de seu Pastinha, constituíram família, e com muito esforço construíram uma casa em fazenda Coutos,
Lá no subúrbio, bem longe do Centro onde foram morar e receber visitas de capoeiristas de várias partes do mundo.
Para João Pequeno o capoeirista deve ser uma pessoa educada “uma boa arvore para dar bons frutos”. Para quem a capoeira é muito boa não só para o corpo que se mantém flexível e jovem, mas também para desenvolver a mente e até mesmo servir como terapia, alem de ser usada de várias formas, trabalhada como a terra, pode-se até tirar o alimento dela.
João Pequeno vê a capoeira como um processo de desenvolvimento do indivíduo, uma luta criada pelo fraco para enfrentar o forte, mas também uma dança, cuja qual ninguém deve machucar o par com quem dança, defende a idéia que o bom capoeirista sabe parar o pé para não machucar o adversário.
Algum tempo após a morte do mestre Pastinha, em 1981, o mestre João Pequeno reabre o Centro Esportivo de Capoeira Angola ( CECA ) no Forte Santo Antônio Alem do Carmo(1982), onde constitui a nova base de resistência, onde a capoeira angola despontaria-se para o mundo, embora encontrando várias dificuldades para manutenção de sua academia, conseguiu formar alguns mestres e um vasto numero de discípulos.
Na década de noventa houve várias tentativas por parte do governo do estado em desocupar o forte Santo Antônio para fins de reforma e modificação do uso do forte, paradoxalmente em um período também em que foi amplamente homenageado recebendo o titulo de cidadão da cidade de Salvador pela câmara municipal de vereadores, Doutor Honoris Causa pela universidade de Uberlândia, e Comendador de Cultura da República pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
”É uma doce pessoa” é o que afirmam todos que tem a oportunidade de conhecer o Mestre João Pequeno, cuja simplicidade, a espontaneidade e o carisma seduz a todos que vão até o Forte Santo Antonio conferir suas rodas, é um bricalhão, mas que também não deixa de dar uma baquetada nos que se exaltam e esquecem dos fundamentos da brincadeira e da dança.
A festa anual comemorativa de seu aniversário é um verdadeiro evento espontâneo da capoeira, onde se realiza uma grande roda,com a participação de vários mestres e membros da comunidade capoerana.
Alem de ser de impressionar a todos que tem a oportunidade de vê-lo jogar com a sua excelentíssima capoeira emandigagem, João Pequeno destaca-se
como educador na capoeira, uma autoridade maior na capoeiragem de seu tempo, um referencial de luta e de vida em defesa da nobre arte afrodescendente.
Bibliografia:
Bibliografia:
Santos, João Pereira dos. Mestre João Pequeno, Uma vida de Capoeira.
Em 1970, Mestre Pastinha assim se manifestou sobre ele e seu companheiro João Grande: “Eles serão os grandes capoeiras do futuro e para isso trabalhei e lutei com eles e por eles. Serão mestres mesmo, não professores de improviso, como existem por aí e que só servem para destruir nossa tradição que é tão bela.
A esses rapazes ensinei tudo o que sei, até mesmo o pulo do gato”.
A esses rapazes ensinei tudo o que sei, até mesmo o pulo do gato”.
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fonte;portal da capoeira
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Roda toda 1ª sexta feira de cada mes
O grupo de Capoeira
Guerreiros do Abaete
Está promovendo roda de capoeira toda 1ª sexta feira de cada mês as 19:00, na praça do centro de Rib. das Neves
Com o intuito de divulgar o trabalho sócio educativo realizado nas regiões. Com a coordenação do Mestre Dentão (Joas)
Guerreiros do Abaete
Com o intuito de divulgar o trabalho sócio educativo realizado nas regiões. Com a coordenação do Mestre Dentão (Joas)
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
ENSINO DO MESTRE BIMBA
BATISMO
O batismo foi desenvolvido pelo Mestre Bimba ao calouro, que seria o seu 1º contato real com uma roda de capoeira, nestas ocasiões o aluno joga com mais de um formado e ao final do jogo recebia seu nome de capoeira ou apelido de guerra, que a partir desta data o acompanhará por toda sua vida, ou enquanto estiver ligado á capoeira.Neste jogo o calouro deve mostrar o que aprendeu durante o tempo em que foi treinado.
Na época do Mestre Bimba, o calouro recebia também um lenço de seda que deveria ser usado no pescoço pelo aluno. Segundo a tradição o lenço deveria ser usado para o aluno se defender das navalhas dos adversários, já que pela leveza do tecido as navalhas deslizavam com facilidade, evitando assim que o capoeirista fosse atingido. Isto influenciou o sistema de graduação (cordas, cordões) que seguiam as combinações das cores da bandeira brasileira.
É o momento em que o iniciante da capoeira joga pela primeira vez na roda de capoeira com o acompanhamento de instrumentos. No batizado, o mestre escolhia o formando que jogaria com o calouro e então fazia o toque do São Bento Grande, toque característico da capoeira regional. Para isso o calouro era colocado no centro da roda, onde o mestre escolhia um apelido para ele. Após esta definição o “nome de guerra”. Depois de definido o nome de guerra o mestre mandava o calouro pedir a “benção” do padrinho, que ao estender a mão recebia uma benção que o jogaria no chão. E sem dúvida o mistério do Mestre Bimba era fundamental para a construção do processo da capoeira Regional baiano que definitivamente entrou no mas alta sociedade da Bahia.
Você tinha que ser um aluno do mestre Bimba até nos momentos de festa e ficar sempre atento a tudo e a todos. Ser aluno de Mestre bimba era o maior privilégio, pois o Mestre Bimba era um pai para todos.
Você tinha que ser um aluno do mestre Bimba até nos momentos de festa e ficar sempre atento a tudo e a todos. Ser aluno de Mestre bimba era o maior privilégio, pois o Mestre Bimba era um pai para todos.
A cerimônia iniciava com uma roda de formados antigos para que as madrinhas e os convidados pudessem ver o que era a Capoeira Regional. Mestre Bimba ficava ao lado da bateria que era formado por um berimbau e 2 pandeiros, comandando a roda e cantando músicas características da capoeira regional. Ao final da roda o mestre chamava o orador que geralmente era um formado mais antigo para falar um breve histórico da capoeira regional, e sobre a vida do mestre.
Após o histórico, o mestre entregava as medalhas aos paraninfos e os lenços azuis (graduação dos formados) as madrinhas. Os paraninfos colocavam a medalha do lado esquerdo do peito do formado e a madrinha colocavam os lenços no pescoço dos seus respectivos afilhados. Daí os formados realizavam alguns movimentos demonstrando a sua habilidade e competência.
Vários mestres contam que o orador da Turma do Mestre Bimba tinha que estudar um pouco sobre a capoeira regional e quando não o fazia no primeiro momento o Mestre Bimba dizia: (tá bom...) isto era um sinal de que o orador não sabia de nada, mas nada mesmo... então, era retirado da linha de frente para não estragar a festa. Assim era o Mestre Bimba cheio de mistérios com a sua Regional.
Após o histórico, o mestre entregava as medalhas aos paraninfos e os lenços azuis (graduação dos formados) as madrinhas. Os paraninfos colocavam a medalha do lado esquerdo do peito do formado e a madrinha colocavam os lenços no pescoço dos seus respectivos afilhados. Daí os formados realizavam alguns movimentos demonstrando a sua habilidade e competência.
Vários mestres contam que o orador da Turma do Mestre Bimba tinha que estudar um pouco sobre a capoeira regional e quando não o fazia no primeiro momento o Mestre Bimba dizia: (tá bom...) isto era um sinal de que o orador não sabia de nada, mas nada mesmo... então, era retirado da linha de frente para não estragar a festa. Assim era o Mestre Bimba cheio de mistérios com a sua Regional.
ESPECIALIZAÇÃO
Este curso tinha a duração de 03 meses, sendo 2 meses no centro de cultura física e 01 mês nas matas existentes na chapada do Bairro do Rio Vermelho. Era um treinamento de guerrilha onde aconteciam emboscadas, armadilhas etc. consistia em submeter o formado á situações inusitadas onde ele poderia efetuar a defesa de 03 pessoas para ver como ele ia se sair, podia existir até mesmo fazer defesa de uso de armas.
Finalizado o curso o mestre Bimba realizava uma outra festa para os novos especializados e estes recebiam o lenço vermelho que representava a nova graduação. O aluno após formar-se tinha a obrigação de pendurar um quadro com a foto do mestre, do padrinho, do orador e a própria foto.
Sem dúvida que Mestre Bimba pensava muito longe com a capoeira regional com todo esse processo de organização e estruturação do trabalho maravilhoso que ele desenvolveu não podemos deixar de respeitar sua inteligência.
Finalizado o curso o mestre Bimba realizava uma outra festa para os novos especializados e estes recebiam o lenço vermelho que representava a nova graduação. O aluno após formar-se tinha a obrigação de pendurar um quadro com a foto do mestre, do padrinho, do orador e a própria foto.
Sem dúvida que Mestre Bimba pensava muito longe com a capoeira regional com todo esse processo de organização e estruturação do trabalho maravilhoso que ele desenvolveu não podemos deixar de respeitar sua inteligência.
fonte : site capoeira mestre Bimba
terça-feira, 25 de outubro de 2011
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